A maçã sem Jobs

Então é isso. Perdemos, infelizmente, mais um gênio que reformulou a história da humanidade: Steve Jobs, o ícone, alma e cabeça por trás da mundialmente famosa maçã que virou objeto de desejo em todos os cantos do planeta. Isso, não só pelo moderno design dos produtos da marca Apple, mas, principalmente, por suas incríveis funcionalidades.

Jobs mudou o mundo em poucos anos. As pessoas que não usam seus produtos ou ainda não os têm porque não podem arcar com o preço — afinal, no Brasil e em outros países tudo chega com o triplo do valor, vai entender! — ou têm algo parecido da concorrência, que, aliás, luta firmemente para não ser engolida pelo fenômeno iEtc.

Entendi melhor esse fascínio depois que comprei meu primeiro iPhone. Como eu vivia sem ele? Posso fazer ali praticamente tudo que faço pelo computador, com a vantagem de que vai no meu bolso para qualquer lugar, a qualquer hora, e tem os mais variados aplicativos que acabam sempre nos salvando na hora da emergência. O telefone é apenas um detalhe.

Temos que admitir, o cara mandou muito bem!

Só que agora, ele morreu. E o futuro da Apple a Deus pertence. Claro que todo o legado fica, e será uma grande empresa durante muitos anos, mas a alma do negócio já não está mais aqui — aquele cara que ligou para o Google pessoalmente, em seus últimos dias de vida, avisando que a cor do ícone do aplicativo para seus dispositivos eletrônicos não estava certa, não estava padronizada… — esse cara foi embora.

Sua genialidade, seu vício assumido em trabalhar, o tornou um dos homens mais ricos do mundo, como seria de se esperar, algo que certamente é o grande sonho de muita gente. Porém, a grande ironia e tristeza disso tudo é que nenhuma parte de seus milhões foi suficiente para impedir que ele falecesse de uma doença extremamente cruel, traiçoeira e rara. Dinheiro, reconhecimento, poder e influência, não compram saúde: esta é talvez a mais infeliz conclusão que podemos tirar desta vida. Não há dinheiro no mundo que cure uma doença fatal como esta.

Jobs fez história, e que história! Mas morreu aos 56…

 

 

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